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Por que os níveis de glicose variam? Como acontece o diabetes?

Por que os níveis de glicose variam? Como acontece o diabetes?
Por que os níveis de glicose variam? Como acontece o diabetes?
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A glicose nada mais é do que um carboidrato, mais especificamente falando, um tipo de monossacarídeo. Certamente você já ouviu falar desse açúcar do qual tantos amam e tantos têm medo ao mesmo tempo. Ele consegue oferecer um sabor incrível aos alimentos, mas também pode causar diversos prejuízos a nossa saúde.

E por que esse carboidrato é tão importante? Porque ele é a principal fonte de energia de grande parte dos seres vivos, principalmente do homem. Nosso metabolismo precisa de glicose para funcionar, ela é a nossa moeda energética.

Ela pode ser combinada com outros monossacarídeos e formar novos tipos de carboidratos, por exemplo, a glicose com a frutose (açúcar presente nas frutas) forma a sacarose, já a glicose com a galactose forma a lactose, também conhecida como o açúcar do leite.

Mas por que a glicose é tão importante? Por que ela pode causar prejuízos à saúde em certas condições? Se você quiser saber as respostas para essas perguntas e tirar suas dúvidas sobre esse assunto, então continue com a leitura deste post!

Por que os níveis de glicose variam?

Essa é uma pergunta que, em um primeiro momento, parece um pouco óbvia, mas para entender como a glicose funciona dentro do nosso corpo, esse é um conhecimento necessário.

níveis de glicose

Como já foi dito, a glicose é o combustível do nosso corpo e ela entra no organismo por meio da alimentação. Usamos a glicose para as mais diversas funções como a respiração uma das mais essenciais para a manutenção da vida. Quem faz o trabalho de regular os níveis de glicose no sangue é o pâncreas e vamos ver agora como ele faz isso.

Além do pâncreas, desse processo também participam a insulina e o glucagon, hormônios que ajudam a glândula. A insulina é um dos mais conhecidos e é secretada pelas células-beta presentes no pâncreas, tendo como principal função a redução dos níveis de glicose na corrente sanguínea. Basicamente, a insulina pega as moléculas de glicose que estão no sangue e leva para dentro das células para que assim, possam ser utilizadas.

O glucagon, por sua vez, é secretado pelas células-alfa, também presentes no pâncreas e faz exatamente o inverno da insulina: aumenta os níveis de glicose no sangue. Ele quebra as moléculas de glicogênio (reserva de energia animal) e assim, consegue produzir glicose para ser utilizada pelo corpo como fonte de energia.

Como acontece o diabetes?

Quando os níveis de glicose estão muito elevados na corrente sanguínea e de forma constante, o mais provável é que o indivíduo seja portador de diabetes. Mas como a diabetes se desenvolve? Para responder a essa pergunta, precisamos entender quais são os tipos de diabetes.

Diabetes tipo 1

Mais comum em jovens, esse tipo de diabetes está relacionado a um problema no sistema imune. As nossas células de defesa passam a atacar o pâncreas, mais propriamente as células-beta. Por conta disso, a quantidade de insulina secretada passa a ser menor e o corpo não consegue utilizar a glicose como fonte de energia.

Diabetes tipo 2

Esse tipo já é mais comum em pessoas idosas. Aqui, as células-beta conseguem produzir a insulina normalmente, mas o corpo não consegue mais utilizá-la de forma adequada. A diabetes tipo 2 costuma ser controlada com a prática de exercícios físicos e com reeducação alimentar.

Quais são os sintomas mais comuns?

No tipo 1, os sinais e sintomas são mais expressivos por conta da falta de insulina no organismo. Assim, pode ocorrer hiperglicemia, aumento da fome, perda de peso, perda de urina durante o sono de forma involuntária, fraqueza e vertigem postural. Uma queda abrupta de insulina costuma causar sintomas mais graves como o coma.

Como na diabetes tipo 2 os níveis de glicose sobem de forma mais gradual, podem se passar meses ou mesmo anos até que os sintomas e sinais sejam notáveis. Há alguns sinais que são comuns nesse caso como o aparecimento de furúnculos, coceira na pele e infecções nos órgãos genitais como a candidíase de forma constante.

Há algumas manifestações clínicas que são comuns aos dois tipos de diabetes:

  • fadiga;
  • visão embaçada;
  • sede excessiva;
  • parestesias, popularmente conhecida como formigamento;
  • aumento na quantidade de urina.

Assim, esses são alguns sinais e sintomas que podem identificar uma pessoa com diabetes.

Como saber se estou com diabetes?

Se você está notando alguns desses sinais que foram descritos acima de forma frequente, então vá ao médico para tirar a dúvida. Apenas com exames mais precisos como as glicemias em jejum e o teste oral de tolerância à glicose é possível ter a certeza do diagnóstico.

Procure um clínico geral o mais rápido possível para tirar a dúvida. Quanto mais cedo começar o tratamento, melhor a sua qualidade de vida no futuro sem grandes preocupações. Além disso, uma mudança no estilo de vida faz bem para o organismo como um todo.

Quer saber mais sobre o assunto? Então veja quais são os valores de referência da glicose e quando podemos identificar seu desequilíbrio!

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